Em
relação a sua fundação, origem, não se sabe ao certo como ocorreu, pois existem
algumas hipóteses das quais são dignas de valêcia, que são:
1º -Houve uma época em São Paulo que teve muitos surtos de varíola ,(ou bexiga, como era conhecida a doença) e naquela época quem fosse portador de varíola era confinados em isolamento. E com medo de ser aprisionado eles fugiam e se escondiam em uma Chácara que ficou conhecida como chácara do Bexiga. Ali foi gerando um grande contingente populacional , se transformando hoje no atual bairro Bixiga. Com o intuito de afastar o sentido pejorativo do apelido dado ao bairro, seus moradores passaram a mudar a grafia de Bexiga para Bixiga e também por ser um jeito mais coloquial de se falar.
1º -Houve uma época em São Paulo que teve muitos surtos de varíola ,(ou bexiga, como era conhecida a doença) e naquela época quem fosse portador de varíola era confinados em isolamento. E com medo de ser aprisionado eles fugiam e se escondiam em uma Chácara que ficou conhecida como chácara do Bexiga. Ali foi gerando um grande contingente populacional , se transformando hoje no atual bairro Bixiga. Com o intuito de afastar o sentido pejorativo do apelido dado ao bairro, seus moradores passaram a mudar a grafia de Bexiga para Bixiga e também por ser um jeito mais coloquial de se falar.
2º-É que o
nome seria oriundo de um matadouro, que existia na Rua Santo Amaro, inaugurado
em 1773, que vendia bexigas de bois e de porcos. Essas bexigas serviam para
muitas coisas na época, inclusive brincadeira de crianças.
3º-Nos
anos 1820 um homem conhecido como Antônio Bexiga, por causa de suas cicatrizes
de varíola,comprou as terras, o que é a explicação para o nome do bairro. Por
volta de 1870 Antônio José Leite Braga decidiu lotear parte de seu terreno.
Assim em 23 de junho de 1878, o jornal Província de São Paulo anunciava na
primeira página “Vendo por propostas todas as matas dos terrenos do Bexiga
pertencentes a A. J.L.Braga e Companhia”. O loteamento já estava anunciado e
foi inaugurado em 1 de outubro do mesmo ano, com a presença do imperador Pedro
II. Por conta das ruas relembrarem o aspecto da Itália (estreitas e inclinadas)
e os lotes serem pequenos e baratos, os grandes interessados foram os italianos, pobres e recém-chegados ao Brasil,
a maior parte deles vindos da Calábria, que não se interessavam por dirigir-se
aos cafezais do interior do estado.

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